Author Archives: Natalia S Aldana

Contribuições das Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas no contexto da pandemia de Covid-19

Tomado de Boletim BIREME n° 46
Publicado em 2 agosto, 2020

A Rede de Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas das Américas (Rede MTCI Américas) e o Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSIn), em coordenação com a BIREME, vêm desenvolvendo diferentes produtos que buscam mostrar a contribuição das MTCI para a pandemia de Covid-19. Um destes produtos é o Mapa de Evidências, que identifica, analisa e caracteriza estudos clínicos sobre intervenções baseadas em MTCI (plantas medicinais, homeopatia, acupuntura, medicina tradicional chinesa, etc.) para melhorar a resposta imune, saúde mental em condições de estresse no trabalho e isolamento social e o manejo clínico da COVID-19. Cerca de 20 especialistas em MTCI do Brasil, Colômbia, Peru, Bolívia, Cuba e México participam deste trabalho colaborativo.[1]

Paralelamente ao processo de elaboração do Mapa de Evidências, a equipe de pesquisadores iniciou o desenvolvimento de uma Vitrine do Conhecimento sobre as contribuições das MTCI em questões específicas de saúde e iniciativas de pesquisa e articulação das MTCI no contexto da pandemia. Dentro dos tópicos de saúde, a vitrine organiza informação sobre as contribuições das MTCI no fortalecimento do sistema imunológico, saúde mental, saúde espiritual, saúde ocupacional e teletrabalho, autocuidado dos profissionais de saúde, nutrição e alimentação, saúde bucal e manejo complementar dos sintomas clínicos de infecções virais respiratórias. Além disso, estão sendo registradas as iniciativas de e para povos indígenas, afrodescendentes e outros grupos étnicos das Américas. A vitrine está disponível na página da BVS MTCI Américas.

mtci1No âmbito de todo o trabalho realizado, vale destacar duas atividades bem-sucedidas de comunicação e troca de experiências dos países da Rede MTCI Américas.

A primeira foi a organização e promoção do Simpósio Internacional sobre as contribuições das MTCI no contexto da pandemia de COVID-19, com a colaboração de mais de 50 voluntários da Rede MTCI Américas e CABSIn, e com o apoio do Comitê de Medicina Tradicional, Alternativa e Complementar da Faculdade de Medicina do Peru. O evento foi realizado em 11 de julho de 2020, com a participação de 22 palestrantes de 12 países: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Chile, China, Cuba, EUA, Guatemala, México, Itália e Peru.

A transmissão foi feita simultaneamente através da plataforma Zoom, o canal do YouTube da BVS MTCI em espanhol e o canal do YouTube do CABSIn em português, com interpretação simultânea em inglês, espanhol e português. Mais de 5.200 pessoas se inscreveram e mais de 20.000 acessos foram registrados ao longo das 11 h de transmissão do evento, com alta interação por meio de bate-papo na plataforma e visitas a conteúdos gravados.

O evento apresentou as experiências de vários países que utilizaram os recursos preventivos e terapêuticos das MTCI no contexto da pandemia. Foi examinado o uso de medicamentos tradicionais para tratamento de pandemia em comunidades indígenas em contextos de uso tradicional, bem como a interface destas plantas com as mais recentes pesquisas e aplicações clínicas disponíveis para os sintomas da COVID-19 ou para a melhoria da condição imunológica e saúde mental. Também foi discutida a integração das MTCI com recursos convencionais de saúde, respeitando os critérios de segurança e eficácia em diferentes contextos, situando sua contribuição para a saúde física, mental e espiritual do indivíduo.

As palavras de Daniel Gallego, que é um dos líderes da Rede MTCI Américas, retratam muito bem o sentimento comum da Rede com a realização do Simpósio: “Hoje é um novo amanhecer para a Rede MTCI Américas. Ontem, esta Rede deu origem a muito mais do que um evento memorável. Com o que testemunhamos, esta Rede demonstrou que, coletivamente, é possível conceber ideias, nutri-las, ajudá-las a crescer e fortalecer, embelezá-las e torná-las realidade. Temos muito a oferecer aos nossos países, nossos sistemas de saúde, nossos povos, nossas famílias. Juntos, podemos realizar coisas que seriam inimagináveis se as fizéssemos separadamente. Esta Rede vem se enraizando, crescendo e até dando os primeiros frutos. Todos nós precisamos cuidar, nutrir e fortalecer esta ‘pequena planta’, este rizoma que já se espalhou pelas Américas e além.”

A segunda atividade de comunicação sobre as contribuições das MTCI para o enfrentamento da COVID-19, foi realizada em 24 de julho no Espaço EIH, promovida pelo Departamento de Evidência e Inteligência para a Ação em Saúde (EIH) da OPAS/OMS, da qual a BIREME é parte integrante. O evento incluiu as palavras de abertura do Diretor do Departamento, Sebastián García, para dar a estrutura e reforçar a importância do tema, seguido por Diego Gonzalez, diretor da BIREME e Verônica Abdala, Gerente de Serviços de Fonte de Informação, que apresentaram as ações BIREME no âmbito das MTCI.

A editora geral da BVS MTCI Américas, Natalia Aldana, apresentou o trabalho colaborativo, ações e produtos da Rede MTCI e BVS MTCI, destacando o Simpósio Internacional, o Mapa de Evidências e a Vitrine do Conhecimento, todos focados na COVID-19. Para apresentar a aplicação destes produtos ao contexto brasileiro, Daniel Amado, da Coordenação de Práticas Integrativas e Complementares do Ministério da Saúde, apresentou a experiência do Brasil alinhada às políticas de saúde informadas por evidências.

A Dra. Socorro Gross, Representante da OPAS/OMS no Brasil, como convidada especial, fez comentários gerais sobre o assunto, destacando a importância e as contribuições das MTCI, em diferentes questões de saúde, citando como exemplos as doenças musculoesqueléticas e doenças crônicas não transmissíveis, as doenças mentais e as incapacidades e deficiências associadas a essas doenças, e destacou como as MTCI podem fornecer estratégias complementares às necessidades de saúde das pessoas. Da mesma forma, ele lembrou a importância de reconhecer a convergência do pluralismo médico existente na região das Américas. Abordar o COVID-19, enfatizou o Representante, requer uma compreensão das diferentes dimensões de saúde afetadas pela pandemia, e as MTCI podem contribuir para essa resposta.

A Rede MTCI Américas, e o CABSIn planejam seguir desenvolvendo projetos para promover a informação em saúde e a evidência científica das contribuições das MTCI nas diferentes dimensões da saúde, afetadas na pandemia.

[1] Contribuições das Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas (MTCI) no contexto da pandemia da COVID-19. Disponível em: http://mtci.bvsalud.org/pt/contribuicoes-das-medicinas-tradicionais-complementares-e-integrativas-mtci-no-contexto-do-covid-19/

OMS, Africa CDC uniram esforços para pesquisas em medicinas tradicionais para Covid-19 na África

Artigo original da OMS Africa https://www.afro.who.int/pt/node/13065

A BVS TCIM Americas compartilha esta notícia original da OMS África por sua relevância no tópico de pesquisa de Medicamentos Tradicionais no contexto da pandemia.

WHO, Africa CDC in joint push for COVID-19 traditional medicine research in Africa
22 July 2020

Autor: Addis Ababa/Brazzaville –

Em um esforço conjunto para melhorar a pesquisa e o desenvolvimento de medicamentos tradicionais para COVID-19 na África, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Centros Africanos para Controle e Prevenção de Doenças (CDC da África) lançaram hoje um comitê / painel consultivo de especialistas para fornecer aconselhamento científico e apoio aos países sobre a segurança, eficácia e qualidade das terapias da medicina tradicional.

O Comitê Regional de Especialistas em Medicina Tradicional de 25 membros para COVID-19 apoiará os países em esforços colaborativos para conduzir ensaios clínicos de medicamentos tradicionais em conformidade com os padrões internacionais.

Ao reunir conhecimentos no continente, o Comité Regional de Peritos também irá acelerar o ritmo e elevar os padrões da investigação, em particular a investigação clínica sobre novas terapias de medicamentos tradicionais contra COVID-19. A OMS reconhece que a medicina tradicional, complementar e alternativa tem muitos benefícios e a África tem uma longa história de medicina tradicional e médicos que desempenham um papel importante na prestação de cuidados às populações.

“O interesse pela medicina tradicional como remédios potenciais para COVID-19 está crescendo na África. Enquanto o mundo corre para encontrar tratamento e vacinas contra o vírus, a pesquisa de medicamentos tradicionais e ortodoxos como terapia potencial COVID-19 deve ser baseada na ciência e hoje marca um passo importante no apoio a esses esforços ”, disse o Dr. Matshidiso Moeti, Regional da OMS Diretor para a África.

“Esforços louváveis ​​estão em andamento no continente para encontrar terapias COVID-19 na medicina tradicional. Testes clínicos rigorosos para avaliar a segurança e eficácia serão críticos, semelhantes a outras áreas da medicina ”, disse o Dr. John Nkengasong, Diretor do CDC para a África e Enviado Especial da OMS para COVID-19.

Os membros do Comité Regional de Peritos provêm principalmente de instituições de investigação, autoridades reguladoras nacionais, programas de medicina tradicional, departamentos de saúde pública, universidades, profissões de farmácia médica e organizações da sociedade civil dos Estados-Membros.

Sua experiência cobre várias áreas, como pesquisa e desenvolvimento da medicina tradicional, pesquisa laboratorial e pré-clínica; pesquisa Clinica; regulamentação de produtos médicos; ética em pesquisa; saúde pública e empoderamento da comunidade; liderança e governança; fortalecimento laboratorial e doenças infecciosas.

O Comitê Regional de Peritos começará a trabalhar imediatamente. O desenvolvimento de um protocolo mestre para orientar os países sobre os ensaios clínicos do COVID-19 e a definição da agenda para apoiar os Estados Membros estarão entre as tarefas iniciais.

Mapa de Evidências: traduzindo o conhecimento para aproximar a ciência da gestão em saúde

mapas de evidencia

Boletim BIREME n° 44 Publicado em 31 maio, 2020

Mapa de Evidências: traduzindo o conhecimento para aproximar a ciência da gestão em saúde

Mapa de Evidências é um método emergente de tradução do conhecimento que busca sintetizar, identificar, descrever e caracterizar a evidência científica que existe para uma determinada temática ou condição de saúde. A tradução do conhecimento é uma das estratégias que contribui para estreitar a histórica lacuna que existe entre o conhecimento científico disponível e a adoção deste conhecimento pelos sistemas e serviços de saúde em todos os níveis.

Recentemente, a BIREME adotou e adaptou esta metodologia para sistematizar e facilitar o acesso às evidências disponíveis sobre aplicabilidade clínica das Práticas Integrativas e Complementares de Saúde (PICS) bem como identificar as lacunas no conhecimento nesta área. Um dos mapas sistematizou a evidência disponível a partir de revisões e estudos clínicos randomizados sobre aplicação de algumas práticas integrativas no manejo clínico dos sintomas da COVID-19, para melhora da imunidade e para saúde mental em condições de isolamento social e traumas. Este mapa foi base da recomendação do Conselho Nacional de Saúde ao Ministério da Saúde, aos Conselhos Estaduais, do Distrito Federal e Municipais de Saúde, no sentido de ampla divulgação aos gestores, trabalhadores e usuários das evidências referentes às PICS neste momento de pandemia da COVID-19.

Construindo Mapas de Evidências

Nos Mapas de Evidência os estudos selecionados são apresentados em uma estrutura de intervenções avaliadas versus resultados ou desfechos medidos, destacando graficamente as lacunas onde existem poucos ou nenhum estudo e onde há uma concentração deles.

A motivação deste desenvolvimento foi a cooperação estabelecida entre a OPAS/OMS, por meio da BIREME, e o Ministério da Saúde (MS) do Brasil, por meio da Coordenação Nacional das Práticas Integrativas e Complementares de Saúde (PICS), com a colaboração do Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSIn), com o objetivo de sistematizar e facilitar o acesso às evidências disponíveis sobre aplicabilidade clínica das PICS incluídas na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC), bem como identificar as lacunas no conhecimento. E, por consequência, apoiar os profissionais de saúde, tomadores de decisão e pesquisadores na construção de ações de saúde baseadas em evidências.

A primeira fase do projeto funcionou como prova de conceito para a produção de nove Mapas de Evidências[1]: Acupuntura, Auriculoterapia, Fitoterapia, Meditação, Ozônioterapia Oral, Práticas Tradicionais Chinesas, Reflexologia, Shantala e Yoga. Os desfechos foram distribuídos em grupos: Efeitos Físicos e Metabólicos – Dor, Doenças Crônicas, Doenças Agudas e Câncer; Vitalidade, Bem-Estar e Qualidade de Vida; Saúde Mental; Sócio Ambiental e Espiritualidade; e Gestão. Para cada prática foi constituído um grupo de trabalho com pesquisadores que realizou a busca sistemática de documentos nas principais bases de dados, seleção dos estudos de acordo com os critérios pré-estabelecidos e subsequente caracterização da evidência. Os mapas estão disponíveis em página da BVS MTCI

A raiz desta experiência e ante a pandemia da COVID-19, o CABSIn, a Rede Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas das Américas (Rede MTCI Américas) e BIREME uniram esforços e convocaram pesquisadores voluntários da América Latina para sistematizar as evidências científicas sobre possíveis contribuições das MTCI para a COVID-19, que foram agrupadas nos seguintes resultados: Melhora da imunidade e efeito antiviral em vírus respiratórios; Tratamento complementar dos sintomas de infecções respiratórias; e Contribuições para a saúde mental. O mapa inclui 126 estudos de revisão e estudos clínicos controlados, distribuídos em uma matriz com 62 intervenções com: plantas medicinais/ fitoterapia; medicina tradicional chinesa; terapias mente-corpo; probióticos e suplementos nutricionais; e medicamentos dinamizados, homeopáticos e antroposóficos. Este mapa está disponível em nos idiomas português, inglês e espanhol.

Além dos mapas na área das MTCI, a Metodologia foi aplicada em uma revisão sobre Estratégias para Reduzir as Desigualdades em Saúde e em fase de elaboração em duas outras revisões: Aplicação clínica do Laser Terapia na Saúde Bucal, e Antibioticoprofilaxia para Procedimentos Cirúrgicos.

Segundo Daniel Amado, coordenador da área de PICS no MS, “os mapas de evidência já estão sendo utilizados pela Coordenação Nacional e está sendo estruturante para a política pública”.

Sobre a Metodologia Mapas de Evidências

A produção dos Mapas de Evidência é realizada em duas macroetapas: 1) busca, seleção e caracterização das evidências e 2) processamento, tratamento e visualização de dados, resultando na publicação do Mapa na internet.

A primeira etapa tem como resultado a construção de uma planilha de dados, utilizando a ferramenta Microsoft Excel, que registra a caracterização das evidências por intervenção e desfecho, por meio de parâmetros de nível de confiança, desenho dos estudos, tipo de revisão, população, efeitos e país/região como foco.

A segunda etapa realiza o processamento da planilha de caracterização das evidências, resultando em uma fonte de dados estandardizada que é utilizada na elaboração e publicação online do Mapa de Evidências, utilizando as ferramentas Tableau Prep, Tableau Desktop e Tableau Public.

A metodologia criada na primeira fase do projeto, a partir da adoção e adaptação do modelo Evidence Gap Map da 3ie, teve como objetivo flexibilizar e simplificar o processo e uso da tecnologia para o registro da caracterização das evidências. Após a publicação destes 10 mapas, tanto a metodologia desenvolvida como as ferramentas adotadas serão revisadas para aperfeiçoamento e escalabilidade da produção e publicação dos Mapas de Evidência.

[1] Mapas de Evidências sobre aplicação clínica das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde. Boletim BIREME n° 37. Disponível em: http://boletin.bireme.org/pt/2019/10/26/mapas-de-evidencias-sobre-aplicacao-clinica-das-praticas-integrativas-e-complementares-em-saude/

Boletim BIREME n° 44 Publicado em 31 maio, 2020 http://boletin.bireme.org/pt/2020/05/31/mapa-de-evidencias-traduzindo-o-conhecimento-para-aproximar-a-ciencia-da-gestao-em-saude/ 

Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa e a OPAS firmam Acordo Marco de Cooperação Técnica

No marco do I Simpósio Internacional de Pediatria Integrativa, realizado em São Paulo-SP, Brasil, nos dias 22 e 23 de novembro, a Representante da Organização Pan-Americana da Saúde /Organização Mundial da Saúde no Brasil- OPAS/OMS, a Dra. Socorro Gross Galiano e o Presidente do Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa, Dr. Ricardo Ghelman, assinaram um Acordo de Cooperação Técnica.

Representantes do Ministério da Saúde e outras personalidades da academia na área de pediatria e medicina integrativa estiveram presentes na abertura do Simpósio. O Diretor da BIREME, Dr. Diego González, esteve presente na abertura do Simpósio e falou sobre a contribuição do Centro no Consórcio Integral de Saúde do Brasil e a Biblioteca Virtual em Saúde Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas (BVS MTCI). Verônica Abdala, Gerente de Fontes de Informação da BIREME, que coordena a BVS MTCI, também participou.

O Simpósio nasceu como uma iniciativa da Coordenação do Comitê Temático de Pediatria Integrativa do Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa, em colaboração com a Unidade Pediátrica do Instituto da Criança, Faculdade de Medicina do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC- FMUSP) em associação com a Faculdade IBC Med e o Clube Transatlântico.

Tomado de Boletin BIREME: https://www.paho.org/bireme/index.php?option=com_content&view=article&id=456:consorcio-academico-brasileiro-de-saude-integrativa-e-a-opas-firmam-acordo-marco-de-cooperacao-tecnica&Itemid=183&lang=pt

Encontro Internacional de Medicina Integrativa no Hospital Calvo Mackenna, Chile

Oncologia INTEGRATIVA CHILE octubre 2019 1

La Unidad de Medicina Integrativa del Hospital Dr. Luis Calvo Mackenna, Hospital público pediátrico de referencia en Santiago de Chile, junto con la Asociación de Medicina Antroposófica de Chile, organizaron la Primera Jornada de Oncología Pediátrica Integrativa el día 04 de octubre del 2019.

La Dra. Mónica Galanti y el Dr Ricardo Ghelman junto a asistentes a la Jornada.

La misma contó con la presencia de los siguientes profesionales invitados: el Dr. Ricardo Ghelman, del Hospital Pediátrico de Sao Paulo y a la Dra. Mónica Galanti, del Ministerio de Salud de Chile.
La apertura de esta Jornada estuvo a cargo del Director del Hospital Calvo Mackenna, Dr. Jorge Lastra, quien ha sido esencial como propulsor del desarrollo e integración de las medicinas complementarias en ese Hospital.

Asimismo, la Dra. Milena Villarroel, Jefa del Servicio de Oncología Pediátrica, saludó a los numerosos participantes, expresando la alegría de poder contar con la Unidad de Medicina Integrativa en el Hospital, pudiendo así ofrecer una atención más integral y de mejor calidad a los niños con cáncer y a sus familias.

La organización de la Jornada estuvo a cargo de un Comité integrado por la Dra. Soledad Lopetegui, Jefa de la Unidad de Medicina Integrativa – UMI, la Dra. Socorro Cordeiro, Presidenta de la Asociación de Medicina Antroposófica de Chile, la Dra. Valentina Leiva, psiquiatra infantil de la Unidad de Medicina Integrativa – HLCM y la Lic. Suyen Chigó, psicóloga y terapeuta floral – UMI – HLCM.

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El Dr Ricardo Ghelman y la Dra. Mónica Galanti

Los expositores que fueron invitados a la Jornada, el Dr. Ricardo Ghelman, de Brasil, y la Dra. Mónica Galanti, de Chile, son a la vez, ambos, integrantes de la Red Latinoamericana de Medicina Tradicional, Complementaria e Integrativa (MTCI) coordinada por la Organización Panamericana de la Salud (OPS/OMS).

La primera presentación estuvo a cargo de la Dra. Galanti quien presentó a la audiencia la visión del Ministerio de Salud de Chile en relación a las medicinas complementarias, así como los avances logrados, específicamente en la elaboración de la Política Nacional de Medicinas Complementarias y Prácticas de Bienestar de la Salud y el trabajo de la Red MTCI Américas. A continuación, el Dr. Ghelman compartió la experiencia pionera en Brasil en el área de la pediatría integrativa en oncología, y también los avances logrados entre los diferentes consorcios de medicinas complementarias a nivel mundial, lo cual incluye importantes tópicos sobre temas de investigación en MTCI.

Al finalizar la jornada se produjo una muy interesante intervención de los asistentes, quienes participaron con numerosas preguntas y opiniones, destacando el interés expresado por la Dra. Villarroel en iniciar una cooperación científica con el grupo brasileño en el área de investigación y capacitación. Ante esto, el Dr. Ghelman ofreció participar en un estudio conjunto Brasil – Chile, específicamente sobre MTCI en tumores sólidos.

taller oncologia integrativa 70 personas

A esta Jornada asistieron más de 70 personas quienes además de participar activamente, disfrutaron de una sesión de cantoterapia con la cantoterapeuta antroposófica Regula Ranner.

Octubre 2019

Mapas de Evidências sobre aplicação clínica das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde

Taller Mapas de evidencias BIREME 25 octubre2019

Boletim BIREME n° 37
Publicado em 26 outubro, 2019

A Organização Mundial da Saúde, em seu recentemente lançado informe global 2019 sobre Medicina Tradicional e Complementar, informou que os Estados Membros consideram a “falta de dados de pesquisa” na área o principal desafio enfrentado para avançar nos processos regulatórios para a integração destas nos sistemas e serviços de saúde. Esta percepção é frequentemente embasada no desconhecimento da evidência existente, nas barreiras de acesso existentes (idioma de publicação, acesso pago), e nas dificuldades existentes para interpretar os resultados e as particularidades da pesquisa na área.

Como uma contribuição para facilitar o acesso à evidência disponível, bem como a identificação de lacunas no conhecimento, a BIREME, em colaboração com o Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa, realizou a primeira oficina sobre mapas de evidência em Práticas Integrativas e Tradicionais em Saúde (PICS), no dia 14 de outubro, em São Paulo. A oficina, financiada pelo Ministério da Saúde do Brasil, contou com a presença de 39 participantes provenientes de nove estados das diferentes regiões do país.

Sete práticas foram priorizadas pelo Ministério de Saúde para o projeto de cooperação que possibilitou a oficina: Medicina Tradicional Chinesa (Acupuntura, Auriculoterapia e Práticas Corporais), Fitoterapia, Ioga, Meditação, Reflexologia, Ozonoterapia Bucal, e Shantala (massagem infantil). Para a elaboração do mapa de evidência de cada prática, foram formados o mesmo número de grupos de trabalho. Uma equipe da BIREME e o Consórcio Acadêmico, que facilitou a oficina, coordenam e acompanham o trabalho.

O que são os mapas de evidências?

Os mapas de evidências são um método útil com a função dual de sintetizar a evidência disponível sobre um tema específico e identificar lacunas no conhecimento. Sua elaboração requer uma revisão sistemática da literatura, em conjunto com uma avaliação do tipo e qualidade da evidência disponível. A metodologia fomenta a participação de diversos atores que aportam suas perspectivas para a definição das intervenções e os resultados/indicadores prioritários para avaliação.

Uma característica particular dos mapas de evidência, que os diferencia de outros métodos de síntese, é o uso de representações gráficas (ou dinâmicas, via as bases de dados interativas on-line) que facilitam ao leitor a interpretação dos resultados. Este método também permite a integração de diversos tipos de evidência, e a representação da fortaleza da mesma. Estas características têm convertido os mapas de evidência em instrumentos úteis para a tomada de decisões informadas e a priorização das necessidades de pesquisa para abordar as lacunas no conhecimento.

A BIREME está desenvolvendo uma ferramenta tecnológica que permite a visualização dinâmica on-line dos mapas de evidências nos quais atualmente trabalham as equipes formadas, bem como de outros mapas que serão desenvolvidos no futuro, tanto na área das PICS, quanto em outras áreas do conhecimento em saúde. Espera-se que no futuro possam ser desenvolvidos cursos virtuais sobre esta metodologia, que facilitem a expansão desta modalidade de síntese de evidência em toda a Região.

A aplicação piloto da metodologia desenvolvida pela BIREME foi para a área de Ozonioterapia Médica, disponível em: https://public.tableau.com/profile/bireme#!/vizhome/ozonioterapia-pt/evidence-map

Segundo Verônica Abdala, Gerente de Fontes de Informação da BIREME e uma das facilitadoras da oficina, espera-se que este primeiro grupo de mapas de evidências esteja disponível em fevereiro de 2020. Com este projeto, bem como com outras iniciativas, incluindo a BVS Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas (BVS MTCI Américas), se espera contribuir para aumentar a visibilidade e o acesso das evidências disponíveis nesta área, bem como a identificação de áreas e perspectivas de pesquisa onde é necessário aprofundar.

 

http://boletin.bireme.org/pt/2019/10/26/mapas-de-evidencias-sobre-aplicacao-clinica-das-praticas-integrativas-e-complementares-em-saude/

COLAPLAMED 2019

El Congreso Latinoamericano de Plantas Medicinales (COLAPLAMED), es un evento académico internacional anual que se desarrolla a través de conferencias impartidas por profesionales de trayectoria reconocida con el fin de compartir experiencias y dar a conocer los avances científicos-tecnológicos en el área de las plantas medicinales y sus aplicaciones. El COLAPLAMED a través de los años se ha consolidado como un “espacio propicio” para el intercambio de conocimiento, un semillero promisorio de neo-investigadores y ha fomentado la colaboración entre investigadores de diferentes regiones/países en pro del desarrollo de las capacidades humanas de Latinoamérica.

El VII Concolplamed 2019 1greso Latinoamericano de Plantas Medicinales (VII COLAPLAMED), se llevó a cabo en la ciudad de Cuenca (Ecuador) y fue organizado por la Universidad de Cuenca y la Universidad de Azuay, presidida por la Prof. Dra. María Elena Cazar de la Facultad de Ciencias Químicas, de la Universidad de Cuenca durante los días 4 al 6 de septiembre. Este evento ha llevado el nombre del Dr. Plutarco Naranjo, en homenaje a quien fue un destacado médico e investigador del Ecuador, con una prolífica trayectoria en el estudio y aplicación de las plantas medicinales en la terapéutica.

Durante los tres días del VII COLAPLAMED las conferencias magistrales fueron impartidas por destacados profesionales con amplia experiencia científica y reconocimiento internacional como los doctores Elsa Rengifo, Ninoska Flores, Claudio Olea, Horacio Olivo, Tiziana Ulian, Julio Benites, Luigi Milella, Fernando Echeverri, José Luis Martínez, Amner Muñoz, Patricia Landazurri, Javier Echeverría, Gianluca Gilardoni entre otros. El balance de este COLAPLAMED fue positivo con casi 350 asistentes de 11 países de Sur, Centro y Norte América, 135 trabajos fueron sometidos a revisión por pares, en las 10 áreas temáticas en las que se desarrolla el COLAPLAMED. De este número de trabajos se escogieron 16 para ser presentados como ponencia oral. Los 15 mejores pósters científicos recibieron reconocimientos, así como las 3 mejores ponencias orales.

En días previos al VII COLAPLAMED se realizaron cuatro cursos pre-congreso impartido por destacados investigadores del Reino Unido, Chile, Colombia, EEUU y Cuba. Los cursos pre-congresos fueron: “Plantas Útiles en América Latina: Conservación, Uso Sostenible y Bioinformática”, “Tópicos Generales en el Desarrollo de Medicamentos – Resonancia Magnética Nuclear”, “Desarrollo de aditivos alimentarios a partir de la encapsulación de compuestos naturales beneficiosos para la salud”, “Investigación y Desarrollo de Fitomedicamentos”.

El próximo 2020, el VIII Congreso Latinoamericano de Plantas Medicinales (VIII COLAPLAMED), se realizará en la ciudad Maceio (Brasil), durante la primera semana de septiembre y será organizado por la Universidad Federal de Alagoas y CESMAC bajo la coordinación del Dr. Clemens Fortes.

Finalmente, queremos destacar que cada COLAPLAMED es apoyado por la Sociedad Latinoamericana de Plantas Medicinales (SOLAPLAMED) y el Boletín Latinoamericano y del Caribe de Plantas Medicinales y Aromáticas (BLACPMA).

Para ver más información: http://colaplamed.uazuay.edu.ec/

OPAS / OMS designa a Divisão de Medicina Complementar do EsSalud como o primeiro Centro Colaborador de Medicina Tradicional e Complementar da América Latina

Fuente: https://www.paho.org/per/index.php?option=com_content&view=article&id=4275:oms-designa-al-seguro-social-de-salud-como-primer-centro-colaborador-de-medicina-tradicional-y-complementaria-de-peru-y-america-latina&Itemid=338

Fuente: OPS Peru

La Gerencia de Medicina Complementaria del Seguro Social de Salud (EsSalud) fue reconocida como Centro Colaborador de la Organización Mundial de la Salud en Medicina Tradicional y Complementaria en una ceremonia realizada en las instalaciones de la Organización Panamericana de la Salud/ Organización Mundial de la salud (OPS/OMS) de la representación de Perú, convirtiéndose así en la primera institución de investigación de excelencia del país que desarrollará un plan de trabajo para colaborar con la OPS/OMS.

Durante la ceremonia, el doctor Raúl González, representante de la OPS/OMS entregó el certificado que oficializa el reconcomiendo a la Sra. Fiorella Molinelli, presidenta ejecutiva de EsSalud.

Participaron del evento el Sr. Alfredo Barredo, gerente general de EsSalud, el Sr. César Carreño, gerente central de Prestaciones de Salud, la Sra. María del Carmen Portillo, jefa de la Oficina de Cooperación Internacional, la Sra. Martha Villar, gerente de Medicina Complementaria, la doctora Sandra del Pino, asesora internacional en equidad, género y diversidad cultural de la OPS/OMS a nivel regional, el doctor Ricardo Fabrega, asesor internacional en servicios y sistemas de salud de la OPS/OMS, y diversos especialistas en salud de la OPS/OMS y de Essalud.

El representante de la OPS/OMS mencionó que este reconocimiento contribuye al acceso a una salud equitativa y universal a través de saberes tradicionales y de medicina complementaria.

Fuente: EsSalud

Por su parte, la presidenta ejecutiva de EsSalud agradeció el reconocimiento brindado por la OPS/OMS y se comprometió a seguir fortaleciendo la reivindicación de las raíces y costumbres ancestrales en torno a la salud y a seguir promoviendo la salud desde un enfoque intercultural.

Los Centros Colaboradores de la Organización Mundial de la Salud son instituciones como institutos de investigación o partes de universidades, que son designadas por el Director General de la OMS para llevar a cabo actividades en apoyo de los programas de la Organización. Actualmente hay más de 800 centros colaboradores de la OMS en más de 80 Estados Miembros que colaboran con la OPS/OMS en áreas como enfermería, salud ocupacional, enfermedades transmisibles, Familia de Clasificaciones Internacionales (FCI), salud mental, tecnologías de la salud.

La Gerencia de Medicina Complementaria, cumplio 20 años de trabajo, en abril de 2019.

Fuente: MEC EsSalud

Fuente: MEC EsSalud

 

 

 

 

 

 

 

Ver más en:

https://andina.pe/agencia/noticia-oms-y-ops-reconocen-a-essalud-como-centro-colaboracion-medicina-tradicional-748046.aspx

http://apps.who.int/whocc/Detail.aspx?cc_ref=PER-10&cc_region=amro&cc_subject=health%20systems%20research%20&%20development&

O uso de práticas integrativas de saúde está crescendo no Brasil

FUENTE: Ministerio de Salud de Brasil – Portal de Noticias: http://portalms.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/45294-cresce-46-procura-por-praticas-integrativas-no-sus-2

El número de prácticas relacionadas a las medicinas complementarias que se han practicado en los últimos años, tales como por ejemplo el yoga y el tai-chi-chuan, han aumentado de 216 mil en 2017 a 315 mil en 2018, según destaca como nota principal el Ministerio de Salud de Brasil en su sitio web oficial.

El uso de las prácticas integrativas en el Sistema Único de Salud (SUS) de Brasil, como complemento de los tratamientos convencionales para diversas condiciones que afectan a la salud, viene creciendo cada año. En las actividades colectivas, como yoga y tai-chi-chuan, el crecimiento fue del 46%, si se compara 2017 contra 2018. Por eso, el Ministerio de Salud, a partir de la Política Nacional de Prácticas Integrativas y Complementarias (PICS), ha pasado a ofrecer un total de 29 prácticas Integrativas que pueden realizarse individual o colectivamente.

Asimismo, la cantidad de procedimientos relacionados a esas prácticas, que han sido registrada en el SUS entre 2017 y 2018, pasaron de 157 mil a 355 mil, lo que significó un aumento de más del 126%. El reflejo de ese aumento también se puede ver en la cantidad de participantes en esas actividades, que creció un 36%, aumentado de 4,9 millones a 6,7 millones de pacientes para ese mismo período.

Cuando en 2006 el SUS comenzó a implementar la Política Nacional de PICS, eran sólo cinco las prácticas disponibles para la población. Ellas eran la medicina tradicional china / acupuntura, la homeopatía, la medicina antroposófica, el termalismo y la fitoterapia. Actualmente se cuenta con 29 prácticas autorizadas por el Ministerio de Salud de Brasil. En la última incorporación, este Ministerio incorporó 14 nuevas prácticas. Entre ellas la biodanza, la musicoterapia, el reiki, el shantala, la quiropráctica y el yoga, entre otras.

Los documentos de la OMS sobre PICS orientan a los países a adoptar estas prácticas en sus sistemas nacionales de salud. En Brasil, estas prácticas fueron reconocidas y tuvieron la aceptación dentro del SUS y en diversas Conferencias Nacionales de Salud, tanto como en espacios orientados a gestores, trabajadores y usuarios. Además, diversos consejos profesionales de salud reconocen y orientan respecto al uso ético por parte de sus profesionales, como enfermería, odontología, fisioterapia y farmacia, entre otros.

La indicación de los tratamiento complementario en el SUS ocurre principalmente en el ámbito de la Atención Básica, en las Unidades Básicas de Salud (UBS), aunque también en la atención especializada, en unidades hospitalarias y centros especializados. Además de ampliar la diversidad de la oferta, el número de establecimientos que actúan en esa línea también dio un salto del 13%, pasando de 22 mil en 2017 a más de 25 mil en 2018.

Dependiendo de los procedimientos, estos también pueden ser realizados por profesionales capacitados de nivel medio. La oferta de estas prácticas no es obligatoria por los municipios, pues depende también de la presencia de profesionales adecuadamente capacitados.

Adicionalmente, la división de PICS, esta trabajando en colaboración con el Consorcio Académico Brasilero de Salud intergativa, con el Observatório Nacional de Saberes e Práticas Tradicionais, Integrativas e Complementares em Saúde y con la Red MTCI Américas, para recolectar información en salud, y evidencia cientifica en MTCI- PICS.

Diversos centros internacionalmente reconocidos que trabajan en la recopilación y divulgación de estudios científicos serios, tales como Cochrane y Pubmed, contienen miles de trabajos que ayudan a entender mejor tanto los beneficios como las mejores formas de implementar las prácticas Integrativas para prevenir o mejorar problemas de salud.

 

Ver más en: http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/praticas-integrativas-e-complementares#cooperacao

“1 congreso de Medicinas Tradicionales, Complementarias e Integrativas” Tucuman, Argentina

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Lojormadas Tucuman2018s días 30 y 31 de agosto de 2018 se realizaron en la Ciudad de San Martín de Tucumán, Argentina, las “Primeras Jornadas Nacionales de Medicinas Tradicionales, Complementarias e Integradoras” (MTCI) en los salones del Hotel República. Con más de 100 participantes, especialmente del centro y norte del país, resultó en dos días de intercambio y actualización de alto nivel científico y profesional.

Durante esas dos jornadas, médicos, psicólogos, reflexólogos, nutricionistas, acompañantes terapéuticos, y otros profesionales de la salud y practicantes de otras disciplinas afines se reunieron para debatir y difundir los alcances de prácticas complementarias y tradicionales, en el marco de una visión integradora. Prácticas como acupuntura, fitoterapia, masoterapia, yoga, reiki y tai chi, entre otras, fueron eje de actividades y disertaciones en la Capital de la Provincia de Tucumán.

jornadas Tucuman Argentina 2018 1Las temas que se abordaron, bajo la Dirección de la Dra. Belén Correa Zanetta, incluyeron también temas como las MTCI en Pediatría y la Red MTCI Américas de la OPS/OMS (Dr. Paulo Cáceres Guido), Alimentación sin TACC (M. Victoria Ledesma Correa), Acupuntura (Dr. Mauricio Uehara Martorell y Dra. Vanesa Corbalán), Reflexología (Lic. Carlota Ninich, Santiago del Estero), Técnicas de Avanzada (Dra. Matilde Almaraz), mesa panel sobre la Regulación de las MTCI, Terapia vibracional con cuencos (Lic. Rodolfo Jeckeln, Bs. As.), Yoga en embarazadas (Dra. Cynthia García), Taichi (Arq. Juan Pablo Véliz), Medicina tradicional andina (Lic. Ivan Turchetti), Terapias florales (Fernanda Arduino), Constelaciones (Psic. Gestalt Federico Liquin) y Conciencia del parto (Lic. Inés Díaz). También se pudieron presenciar testimonios de pacientes tratados con MTCI, los que en todos los casos contaron con el respaldo profesional y científico que avalaron tales exposiciones.

Una de las principales consecuencias directas del encuentro nacional, fue la creación de una Red MTCI Argentina, que prevé nuclear a profesionales y practicantes de disciplinas varias que, seria y profesionalmente tengan como fin el crecimiento de este campo, tanto en términos de atención de la salud como de divulgación, docencia e investigación.

Dentro de los numerosos conceptos incluidos en las Jornadas, quedó claro que se hace imperioso, en la Argentina, regular el aprendizaje de estos conocimientos así como de su certificación y aplicación. Una opción pueden ser leyes nacionales y/o provinciales que contemplen a las MTCI como parte real del sistema público de salud. jornadas Tucuman Argentina 2018 3

También se explicó que podría haber iniciativas que, desde un Ministerio de Salud, pudiera poner en marcha políticas regulatorias en este campo. En cualquier caso el denominador común siempre es poner a las MTCI en un marco de seguridad y eficacia adecuada para poder complementarse apropiadamente con la medicina convencional o preponderante.